O aneurisma de aorta abdominal é uma dilatação da parede da principal artéria do corpo na altura do abdome, em geral com 3,0 cm ou mais. Costuma ser silencioso e exige acompanhamento do tamanho.
O Dr. Maikon Madeira (CRM/SC 19606 | RQE 26976), cirurgião cardiovascular, atende pacientes de Itajaí, Balneário Camboriú e região, presencialmente e online.
O que é o aneurisma de aorta abdominal?
Pense na aorta como uma mangueira de jardim com água sob pressão: se um trecho fica fino e abaulado, ele merece atenção, e o tratamento troca ou reforça essa parte.
- Ter um aneurisma não significa que ele vá se romper.
- Idade avançada, sexo masculino, tabagismo e histórico familiar aumentam o risco.
- O foco é acompanhar o tamanho e escolher o momento do tratamento.
Quando o tratamento é indicado?
O diâmetro é o principal critério. As diretrizes europeias de 2024 citam 55 mm em homens e 50 mm em mulheres como pontos de partida, não regras automáticas.
- Aneurismas menores são acompanhados com exames de imagem periódicos.
- Crescimento rápido, formato incomum ou sintomas podem antecipar a discussão do tratamento.
- Outras doenças graves também pesam e podem adiar ou evitar o procedimento.
Como é o procedimento: cirurgia aberta ou endovascular?
Na cirurgia aberta, o trecho doente é trocado por um enxerto sintético. No EVAR, uma endoprótese é levada por acessos na virilha e exclui o aneurisma.
- Cirurgia aberta: incisão no abdome, internação mais longa e recuperação mais lenta.
- EVAR: acessos pequenos na virilha, guiados por imagem, com recuperação em geral mais rápida.
- Nem toda aorta tem anatomia que permita a endoprótese, e a equipe decide com o paciente.
Diagnóstico e avaliação em Itajaí e Balneário Camboriú
A angiotomografia mostra o tamanho exato e a anatomia. A avaliação acontece na Praia Brava, em Itajaí, e online, sem necessidade de encaminhamento.
- Ultrassom do abdome: simples, sem radiação, usado no rastreio e no acompanhamento.
- Angiotomografia: mede o aneurisma e avalia se a endoprótese é possível.
- Revisão de rins, coração e pulmões, que influenciam a escolha da técnica.
Riscos e recuperação
A cirurgia aberta traz riscos cardíacos, pulmonares, renais e de sangramento. O EVAR tem menos risco no início, mas exige vigilância por toda a vida.
- Após o EVAR podem surgir vazamentos ao redor da endoprótese, chamados endoleaks, e novos procedimentos.
- Controle da pressão, do colesterol e abandono do tabagismo protegem a aorta.
- A função dos rins merece cuidado, pois o contraste dos exames exige atenção.
O que esperar dos resultados
Em estudos, o EVAR teve menor mortalidade inicial, mas no EVAR-1, com até 15 anos, essa vantagem não se manteve. Os dados não preveem o resultado de uma pessoa em particular.
- Vale perguntar qual é a sua anatomia e que exames de seguimento serão necessários.
- Também vale perguntar o que acontece se a escolha for esperar.
- A indicação é sempre individual e depende de avaliação.
Atendimento com o Dr. Maikon
- Cirurgião geral e cardiovascular, com formação internacional em 4 países.
- Foco em cirurgia cardíaca robótica e minimamente invasiva.
- Consulta presencial em Itajaí e Balneário Camboriú e online para todo o Brasil, sem necessidade de encaminhamento.
- Atende convênios como Unimed, Bradesco, Amil, SC Saúde e SulAmérica, entre outros. Confirme a cobertura com o seu plano.
Perguntas frequentes
Todo aneurisma de aorta abdominal precisa de cirurgia?
Não. Muitos aneurismas pequenos são apenas acompanhados com exames de imagem. O tratamento é discutido no diâmetro indicado nas diretrizes, ou antes, se houver crescimento rápido ou sintomas.
A cirurgia endovascular é sempre melhor que a aberta?
Não. O EVAR tem recuperação mais rápida e menor risco no início, mas exige acompanhamento por toda a vida e depende da anatomia. A escolha é individual.
O aneurisma de aorta dá sintomas?
Na maioria das vezes, não. Dor forte e súbita no abdome ou nas costas, principalmente com suor frio ou desmaio, pode indicar complicação. Nesse caso, ligue para o SAMU 192.
A consulta aceita convênio e exige encaminhamento?
Não é preciso encaminhamento. São atendidos convênios como Unimed, Bradesco, Amil, SC Saúde e SulAmérica, entre outros. Confirme a cobertura e a autorização com o seu plano.
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Leve seus exames e suas dúvidas. O Dr. Maikon explica o diagnóstico em linguagem simples e apresenta as opções.
Agendar pelo WhatsAppDr. Maikon Madeira: formação e credenciais
Cirurgião geral e cardiovascular, com formação internacional em 4 países e foco em cirurgia cardíaca robótica e minimamente invasiva.
- CRM/SC 19606
- RQE 17191, Cirurgia Geral
- RQE 26976, Cirurgia Cardiovascular
- Atuação em Itajaí e Balneário Camboriú
Áreas de atuação
- Revascularização do miocárdio
- Cirurgia valvar
- Cirurgia da aorta
- Cirurgia cardíaca robótica
- Cirurgia endovascular
- Arritmias e marcapasso
- TAVI e procedimentos estruturais
Fontes
- Wanhainen A, Van Herzeele I, Bastos Goncalves F, et al. European Society for Vascular Surgery (ESVS) 2024 Clinical Practice Guidelines on the Management of Abdominal Aorto-Iliac Artery Aneurysms. Eur J Vasc Endovasc Surg, 2024;67(2):192-331. PMID 38307694. acessar
- Chaikof EL, Dalman RL, Eskandari MK, et al. The Society for Vascular Surgery practice guidelines on the care of patients with an abdominal aortic aneurysm. J Vasc Surg, 2018;67(1):2-77.e2. PMID 29268916. acessar
- U.S. Preventive Services Task Force. Screening for Abdominal Aortic Aneurysm: US Preventive Services Task Force Recommendation Statement. JAMA, 2019;322(22):2211-2218. PMID 31821437. acessar
- Patel R, Sweeting MJ, Powell JT, Greenhalgh RM. Endovascular versus open repair of abdominal aortic aneurysm in 15-years' follow-up of the UK endovascular aneurysm repair trial 1 (EVAR trial 1): a randomised controlled trial. Lancet, 2016;388(10058):2366-2374. PMID 27743617. acessar
- Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV). Informações sobre a especialidade. acessar
Conteúdo educativo, baseado nas fontes acima. Não substitui consulta médica, e a conduta depende de avaliação individual.